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6 Truques para evitar guloseimas na alimentação infantil 

alimentação infantil

Rara é a criança que não goste de guloseimas. O grande problema destes alimentos é terem uma percentagem elevada de açúcar. A presença deste carboidrato na alimentação infantil tem consequências negativas para a saúde das crianças. 

As recomendações da OMS apontam para a urgência em reduzir os açúcares adicionados na alimentação infantil. Problemas como cáries dentárias, obesidade e o risco de doenças crónicas, como a diabetes, são algumas das consequências do seu consumo excessivo. 

Para os mais pequenos é difícil perceber as implicações que o açúcar tem no seu bem-estar, o que é natural. Além disso, as guloseimas provocam-lhes uma sensação de satisfação difícil de contrariar. 

Desse modo, é fundamental reduzir o consumo de gulodices na alimentação infantil e optar por uma nutrição mais saudável. Quanto mais cedo se controlarem os açúcares na dieta dos mais pequenos, menor a probabilidade de causarem adição. A casa e a escola devem estar juntas nesta luta para que possa ser mais efetiva. 

 

Como reduzir as guloseimas na alimentação infantil?

Para os pais, evitar as guloseimas nalimentação das crianças não é uma tarefa fácil. A exposição a estes produtos é muito grande, até mesmo para aqueles que não têm estes hábitos.  

Contudo, nos últimos anos, as políticas em torno de uma alimentação saudável têm contribuído para a redução do açúcar nos alimentos. Há uma estratégia pública para que os açúcares adicionados sejam reduzidos significativamente nas dietas. 

Uma das ações passa por aumentar o conhecimento da população relativamente à nutrição. Ter pessoas e, principalmente, pais informados é fundamental para estimular bons hábitos alimentares nas crianças. 

Nesse sentidodeixamos alguns conselhos para ajudar o seu filho resistir à tentação das guloseimas e, ao mesmo tempo, incentivar a uma boa alimentação infantil. 

 

1. Evite dar à criança alimentos açucarados

Uma boa estratégia para manter as crianças afastadas das guloseimas é evitar os alimentos açucarados desde cedo. Quanto menos açúcar existir na alimentação infantil, mais fácil será manter os pequenos afastados dos doces, porque o seu paladar não se acostumou ao seu sabor. 

 

2. Recuse guloseimas oferecidas aos seus filhos

É muito comum familiares ou amigos darem doces e guloseimas às crianças, muitas vezes sem consentimento dos pais. Nestas situações, não tenha qualquer problema em recusar essa oferta. De uma forma educada, agradeça e explique a razão da recusa.  

É aos pais que cabe a definição da dieta alimentar dos filhos. Não se preocupa com os possíveis juízos de valor que possam fazer. É o bem-estar da criança o aspeto mais importante. 

 

3. Consulte sempre os rótulos das embalagens

Consultando os rótulos dos produtos alimentares pode verificar a composição dos mesmos em termos da quantidade de açúcar. É fundamental informar-se antes de adquirir ou dar à criança determinado alimento. 

 

4. Não seja demasiadamente restritivo

É importante ter cuidados mas ser excessivamente restritivo na alimentação do seu filho pode ter um impacto adversoPode levar a tensões no seio familiar e causar até ansiedade nas crianças.  

Uma lambarice, sendo esporádica, não terá grandes impactos. O que é importante é a criança perceber que elas são exceções e não a regra da sua alimentação. Há também opções isentas de açúcar no mercado das guloseimas que podem ser uma boa alternativa. 

 

5. Não use guloseimas como recompensas 

Outro dos erros comuns é usar a guloseima como recompensa. “Se comeres a sopa, dou-te um chocolate no fim”, é um dos exemplos habituais.  

Associar uma lambarice a um comportamento correto é um equívoco na educação das crianças. Deve optar por outras estratégias, de forma a estimular nos mais pequenos uma consciência positiva relativamente à alimentação infantil. 

 

6. Opte por alternativas

Acostumar as crianças a outro tipo de alimentos é uma questão de hábito. Numa alimentação infantil cuidada, é possível tornar palitos de cenoura, nozes ou sumos naturais, por exemplo, nas lambarices preferidas dos mais pequenos. A vantagem é evitar os açúcares adicionados e, ao mesmo tempo, ingerir algo realmente nutritivo. 

Num plano alimentar equilibrado os doces devem ter pouca expressão. Contudo, não significa que os deva eliminar, pois as crianças lidam diariamente com eles. O objetivo é influenciar a forma como os mais pequenos olham para as gulodices 

 

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